SOBRE (RE) CICLOS


Em uma conversa despretensiosa com algumas amigas, uma delas disse: “percebo que em algumas áreas da minha vida os ciclos são de 2 anos”. Outra continua: “já o meu é de 5 anos. Parece que as coisas mudam ou eu tenho que mudar”.

Tal conversa me fez lembrar um vídeo (ainda era fita cassete) de Luiz Carlos Queirós de Cabrera, no qual ele afirmava a importância de fecharmos ciclos. Para ele, fechá-los é fundamental, pois nos dá a sensação de dever cumprido, de que demos o melhor de nós (discordo em parte) e faz bem para nossas vidas e relacionamentos.

Exemplos de ciclos corriqueiros: ano novo/ano velho, parabéns pelo novo emprego, meus sentimentos pelo ente querido, os seres vivos nascem, crescem, reproduzem e morrem. Tudo ao seu devido tempo. Tais exemplos demonstram que TEMOS, SIM, ciclos nas diversas áreas da nossa vida.

Se eles são fatos, queiramos ou não, o que ele tem a nos ensinar? Ciclos podem ser dolorosos? Qual a minha atitude diante deles? Temos várias respostas para as perguntas acima: para mim, a grande chave é identificar quando um ciclo precisa acabar para que outro comece e o que podemos aprender com o velho e o novo.

Aprendi, e sigo aprendendo, que devemos estar abertos aos fins e re-começos. Que devemos experimentar o novo e aprender com os ciclos passados, que podemos nos re-adaptar, que podemos ser uma pessoa melhor, que podemos ajudar o outro e a termos paciência. E mais, que posso esperançar: agir e ter esperança de que outros ciclos virão. PORQUE ELES VÊM, COM CERTEZA!

Ontem fechei um ciclo que não desejava. Hoje comecei outro. Amanhã, quem sabe….


Texto por Leone Carneiro

Revisado por Pâmela Mezzomo


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